PROJETO DE PESQUISA
Como toda atividade racional e sistemática, a pesquisa exige que as ações desenvolvidas ao longo do seu processo sejam efetivamente planejadas. De modo geral, concebe-se o planejamento como a primeira fase da pesquisa, que envolve a formulação do problema, a especificação de seus objetivos, a construção de hipóteses, a operacionalização dos conceitos, etc. deve conter também os aspectos referentes ao tempo a ser despendido na pesquisa, bem como aos recursos humanos, materiais e financeiros necessários à sua efetivação, garantindo assim sua viabilidade. A concepção de planejamento envolve quatro elementos necessários: processo; eficiência; prazos e metas.
A elaboração de um projeto de pesquisa consiste em um documento explicitador das ações a serem desenvolvidas ao longo do processo de pesquisa. O projeto deve, portanto, especificar os objetivos da pesquisa, apresentar a justificativa de sua realização, definir a modalidade de pesquisa e determinar os procedimentos de coleta e análise de dados. Deve ainda, esclarecer acerca do cronograma a ser seguido no desenvolvimento da pesquisa e proporcionar a indicação dos recursos humanos, financeiros e materiais necessários para assegurar o êxito da pesquisa.
O projeto interessa, sobretudo ao pesquisador e à sua equipe, já que apresenta o roteiro das ações a serem desenvolvidas ao longo da pesquisa. Para quem contrata os serviços de pesquisa , o projeto constitui documento fundamental, pois, esclarece acerca do que será pesquisado e apresenta a estimativa dos custos.
Antes de redigir um projeto de pesquisa, deve-se fazer estudos preliminares que permitirá verificar o estado da questão que se pretende desenvolver sob o aspecto teórico e de outros estudos e pesquisas já elaboradas. Esses estudos serão incluídos no projeto sob o título de Revisão Bibliográfica.
ROTEIRO DO PROJETO DE PESQUISA
Um projeto é uma espécie de carta de intenção, de explicitação da proposta do estudo que se pretende realizar; é o esboço que permite prever o lançamento para diante de uma busca teórica que se constitui em condição para qualquer nível de pós – graduação.
Assim, configura-se como o planejamento da pesquisa, enquanto a monografia é a sistematização (relatório) do processo e resultados da investigação.
O projeto deverá ser organizado em estrutura com os itens: Tema, Problematização, Objetivos, Justificativa, Revisão de Literatura, Metodologia, Cronograma e Referências. Estes itens respondem às perguntas em relação à proposta de pesquisa: O que é? Por quê? Para que? Qual referência? Qual o fundamento? Como será realizada? Como será agendada? Quais as Fontes?
TEMA
Esse item descreverá o objeto de estudo. Deverá evidenciar qual a pesquisa pretendida, elucidando o assunto a abordar, delimitando-o segundo o desígnio de um curso lato sensu. Além disso, o tema deve ser redigido com objetividade, exprimindo globalmente a proposta. Dessa forma, o tema é mais extenso do que o título pois seu mister é esclarecer a intenção do estudo como sinopse prévia da monografia. Por outro lado, como o título tem a função de convidar ao conhecimento, sua redação pode lançar mão da estética literária, de metáforas, para causar impacto, curiosidade e seduzir o leitor. Por isso, o título é uma das últimas tarefas a cumprir quando se produz um texto acadêmico, pois no decorrer do processo de construção do trabalho muitos insights emergem propiciando nomeações mais pertinentes.
PROBLEMATIZAÇÃO
Problematizar é especificar um ponto para ser resolvido, aquilo que significa contenda, desavença, discussão ou conflito em relação à temática escolhida, portanto, é uma questão, um enunciado que interroga sobre como chegar a uma boa conclusão. Nesse sentido, a problematização – antônimo da solução – descreve o aspecto negativo que a realidade mostra, e para modificá-lo resolvendo-o ou minorando-o, busca-se respaldo acadêmico através de um aprofundamento teórico.
OBJETIVO
Manifesta-se o objetivo como rumo do estudo, ou seja, do conhecimento acadêmico desejado. Uma vez que é o Projeto de Monografia, seu objetivo deve referir-se ao saber, por isso são adequados os termos pesquisar, estudar, perquirir, investigar, inquirir, indagar, questionar, esclarecer, explicitar, etc... no lugar de melhorar a performance do aluno, alfabetizar, formar ou educar.
Objetivo Geral
De modo Lato, o objetivo geral manifesta o rumo do conhecimento acadêmico desejado, açambarcando pesquisa e monografia como uma proposta ampla.
Objetivos Específicos
para o cumprimento do objetivo geral, os específicos devem manifestar as etapas previstas para completar a finalidade almejada. Deve-se planejar um objetivo para cada segmento – capítulo, parte ou seção – da monografia.
JUSTIFICATIVA
É constituída pela argumentação sobre a relevância do estudo. Destarte, na justificativa retomam-se problematização e objetivo geral, mostrando a importância da abordagem para encontrar o rumo pensado como solução da questão identificada.
REVISÃO LITERÁRIA
Trata-se do corpo da monografia, da temática segundo vários autores, relacionando-os. Uma revisão bem elaborada mostra as visões das autoridades sobre o assunto, as convergências e divergências dessas visões, como se fosse uma “mesa redonda” – a simulação de um colóquio entre os teóricos aos quais se teve acesso.
METODOLOGIA
O sentido da metodologia é facilitar o cumprimento dos objetivos. É preciso descrevê-la, esclarecendo quais caminhos escolhidos para o estudo e sua sistematização, ou seja, projetando as possibilidades da travessia pretendida. A opção metodológica decorre do prisma sob o qual se observa o objeto e respalda a pesquisa. Assim, para uma pesquisa de campo, deve-se elucidar, com fundamentação teórica, sobre o universo que lhe é pertinente, os critérios de amostragem, os instrumentos de pesquisa, etc... Uma pesquisa documental deve prever as diversas fontes, categorizando – as segundo autores especificados.
CRONOGRAMA
Este, em forma de texto ou tabela, consiste no planejamento das etapas de trabalho necessárias à construção do texto monográfico, distribuídas no tempo previsto para o estudo. Assim, é uma previsão do agendamento das tarefas que permitirão alcançar os objetivos propostos, desde a escolha temática até a redação final.
REFERÊNCIAS
Todos os autores e/ou documentos aqui listados devem ter sido evocados no texto. Da mesma forma, todos os autores citados no texto devem estar aqui referenciados.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
MEMORIA VISUAL
ORTOGRAFIA é “MEMORIA VISUAL”
O nosso sistema ortográfico vigente é o de 1943. Sofreu uma pequena reforma em 1971. Agora temos outra que já está valendo desde 1º. de janeiro deste ano.
Até 31 de dezembro de 2012, teremos uma fase de adaptação em que as duas grafias deverão ser aceitas: estreia/estréia; tranquilo/tranqüilo…
Como ortografia se sabe mesmo é por “memória visual”, é bom irmos nos acostumando às novas regras.
É importante lembrar que o nosso sistema ortográfico é fonético e etimológico, ou seja, levamos em conta a pronúncia das palavras e a sua origem.
Para quem nunca se deu conta, a letra H inicial só existe por questões etimológicas. Mantêm o H aquelas palavras que já apresentavam a letra H na sua origem: hoc die (= este dia, em latim) > hodie (daí hodierno = atual, moderno) > hoje. Certamente você nunca perdeu o sono por não saber por que HOJE tem H e ONTEM não tem.
O que faz você saber se uma palavra começa por H ou não é a “memória visual”. Sabemos muito bem como se escreve aquela palavra que se lê muito, que se escreve seguidamente e que se usa com muita frequência.
A mesma explicação vale para o dígrafo SC. Essa dupla de letras que representa um único fonema (como se fosse /s/) só foi mantido em nosso idioma por razões etimológicas. Mantivemos o dígrafo SC em português nas palavras que já o apresentavam em latim: piscis (= peixe, em latim) > pisciano (= quem nasce sob o signo de peixes); piscicultura (= cultivo de peixes); piscina, piscoso…
É isso aí. Memória visual é fundamental para sabermos ortografia.
Ler é tudo de bom.
O nosso sistema ortográfico vigente é o de 1943. Sofreu uma pequena reforma em 1971. Agora temos outra que já está valendo desde 1º. de janeiro deste ano.
Até 31 de dezembro de 2012, teremos uma fase de adaptação em que as duas grafias deverão ser aceitas: estreia/estréia; tranquilo/tranqüilo…
Como ortografia se sabe mesmo é por “memória visual”, é bom irmos nos acostumando às novas regras.
É importante lembrar que o nosso sistema ortográfico é fonético e etimológico, ou seja, levamos em conta a pronúncia das palavras e a sua origem.
Para quem nunca se deu conta, a letra H inicial só existe por questões etimológicas. Mantêm o H aquelas palavras que já apresentavam a letra H na sua origem: hoc die (= este dia, em latim) > hodie (daí hodierno = atual, moderno) > hoje. Certamente você nunca perdeu o sono por não saber por que HOJE tem H e ONTEM não tem.
O que faz você saber se uma palavra começa por H ou não é a “memória visual”. Sabemos muito bem como se escreve aquela palavra que se lê muito, que se escreve seguidamente e que se usa com muita frequência.
A mesma explicação vale para o dígrafo SC. Essa dupla de letras que representa um único fonema (como se fosse /s/) só foi mantido em nosso idioma por razões etimológicas. Mantivemos o dígrafo SC em português nas palavras que já o apresentavam em latim: piscis (= peixe, em latim) > pisciano (= quem nasce sob o signo de peixes); piscicultura (= cultivo de peixes); piscina, piscoso…
É isso aí. Memória visual é fundamental para sabermos ortografia.
Ler é tudo de bom.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
APRENDA A FAZER RESENHA
ELEMENTOS DA RESENHA CRÍTICA
DESCRIÇÃO DOS ELEMENTOS DE UMA RESENHA CRÍTICA
Nome:_________________________________…
Curso: ________________ Data: ___/___/_______ Disciplina: ¬____________
1 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA (SEGUIR AS NORMAS DA ABNT)
Fazer a referência bibliográfica completa da obra resenhada de acordo com o manual da faculdade; é recomendável, no caso de resenhas, colocar aqui somente a referência da obra que foi analisada.
2 APRESENTAÇÃO DO/A AUTOR/A DA OBRA
Apresenta-se um autor falando dos principais fatos relacionados à sua vida: local e ocasião de nascimento, formação acadêmica, pessoas que exerceram influência teórica sobre sua obra, fatos que teriam marcado sua vida e, conseqüentemente, sua forma de pensar.
3 PERSPECTIVA TEÓRICA DA OBRA
Toda obra escrita pertence a uma determinada perspectiva teórica; é muito importante saber a que tradição/escola teórica pertence o/a autor/a da obra que se está analisando, pois isso permite compreender a forma como está organizada, bem como a lógica da argumentação utilizada; quando se reconhece a perspectiva teórica do/a autor/a, sabe-se o que se pode esperar da obra que será analisada.
4 BREVE SÍNTESE DA OBRA
Antes de começar a análise de uma obra, é muito importante procurar ter uma visão panorâmica desta; isto pode ajudar a visualizar o começo, o meio e o fim da obra, permitindo saber de onde parte e para aonde vai o/ autor/a na sua argumentação; esta parte da resenha (somente esta!) pode ser feita na forma de um esquema.
5 PRINCIPAIS TESES DESENVOLVIDAS NA OBRA
Depois de tudo preparado se pode analisar o conteúdo da obra de forma propriamente dita; o objetivo é traçar as principais teses do/a autor/a e não resumir a sua obra (resenha não é resumo!); é preciso ler com muita atenção para se apreender o que é fundamental no pensamento do/a autor/a.
6 Reflexão crítica sobre obra e implicações
Depois de apresentar e compreender o/a autor/a e sua obra, deve-se traçar alguns comentários pessoais sobre o assunto, ancorados em argumentos fundamentados academicamente.
7 EXEMPLO DE RESENHA CRÍTICA
Veja abaixo um exemplo completo de Resenha Crítica.
RESENHA CRÍTICA
ALVES-MAZZOTTI, Alda J.; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo, Pioneira, 1999. 203 p.
1 CREDENCIAIS DOS AUTORES
Alda Judith Alves Mazzotti é bacharel licenciada em Pedagogia, bacharel em Psicologia, Psicóloga, mestre em Educação, doutora em Psicologia da Educação, professora titular de Psicologia da Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e leciona a disciplina de Metodologia da Pesquisa em cursos de graduação e pós-graduação desde 1975. Outras obras:
ALVES-MAZZOTTI, Alda J., (1994). Do trabalho à rua: uma análise das representações sociais produzidas por meninos trabalhadores e meninos de rua. In Tecendo Saberes. Rio de Janeiro: Diadorim-UFRJ / CFCH.
_________ . (1996). Social representations of street children, resumo publicado nos Anais da Terceira Conferência Internacional sobre Representações Sociais, realizada em Aix-em- Provence.
Fernando Gewandsznajder é licenciado em Biologia, mestre em Educação, mestre em Filosofia e doutor em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Outras obras:
GEWANDSZNAJDER, Fernando. O que é o método científico. São Paulo: Pioneira,1989.
_________. A aprendizagem por mudança conceitual: uma crítica ao modelo PSHG. Doutoramento em Educação. Faculdade de Educação da UFRJ, 1995.
2 RESUMO DA OBRA
O livro é constituído de duas partes, cada uma delas sob a responsabilidade de um autor, traduzindo sua experiência e fundamentação sobre o método científico, em abordagens que se complementam.
Na primeira parte, GEWANDSZNAJDER discute, em quatro capítulos, o método nas ciências naturais, apresentando conceitos básicos como o da lei, teoria e teste controlado.
No capitulo inicial há uma visão geral do método nas ciências naturais e um alerta sobre a não concordância completa entre filósofos da ciência sobre as características do método científico. Muitos concordam que há um método para testar criticamente e selecionar as melhores hipóteses e teorias. Neste sentido diz-se que há um método cientifico, em que a observação, a coleta dos dados e as experiências são feitas conforme interesses, expectativas ou idéias preconcebidas, e não com neutralidade. São formuladas teorias que devem ser encaradas como explicações parciais, hipotéticas e provisórias da realidade.
O segundo capítulo trata dos pressupostos filosóficos do método científico, destacando as características do positivismo lógico, segundo o qual o conhecimento factual ou empírico deve ser obtido a partir da observação, pelo método indutivo, bem como as críticas aos positivistas, cujo objetivo central era justifi...
Não esqueça, para uma boa resenha é necessário uma boa leitura previa do assunto. ok!!!
DESCRIÇÃO DOS ELEMENTOS DE UMA RESENHA CRÍTICA
Nome:_________________________________…
Curso: ________________ Data: ___/___/_______ Disciplina: ¬____________
1 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA (SEGUIR AS NORMAS DA ABNT)
Fazer a referência bibliográfica completa da obra resenhada de acordo com o manual da faculdade; é recomendável, no caso de resenhas, colocar aqui somente a referência da obra que foi analisada.
2 APRESENTAÇÃO DO/A AUTOR/A DA OBRA
Apresenta-se um autor falando dos principais fatos relacionados à sua vida: local e ocasião de nascimento, formação acadêmica, pessoas que exerceram influência teórica sobre sua obra, fatos que teriam marcado sua vida e, conseqüentemente, sua forma de pensar.
3 PERSPECTIVA TEÓRICA DA OBRA
Toda obra escrita pertence a uma determinada perspectiva teórica; é muito importante saber a que tradição/escola teórica pertence o/a autor/a da obra que se está analisando, pois isso permite compreender a forma como está organizada, bem como a lógica da argumentação utilizada; quando se reconhece a perspectiva teórica do/a autor/a, sabe-se o que se pode esperar da obra que será analisada.
4 BREVE SÍNTESE DA OBRA
Antes de começar a análise de uma obra, é muito importante procurar ter uma visão panorâmica desta; isto pode ajudar a visualizar o começo, o meio e o fim da obra, permitindo saber de onde parte e para aonde vai o/ autor/a na sua argumentação; esta parte da resenha (somente esta!) pode ser feita na forma de um esquema.
5 PRINCIPAIS TESES DESENVOLVIDAS NA OBRA
Depois de tudo preparado se pode analisar o conteúdo da obra de forma propriamente dita; o objetivo é traçar as principais teses do/a autor/a e não resumir a sua obra (resenha não é resumo!); é preciso ler com muita atenção para se apreender o que é fundamental no pensamento do/a autor/a.
6 Reflexão crítica sobre obra e implicações
Depois de apresentar e compreender o/a autor/a e sua obra, deve-se traçar alguns comentários pessoais sobre o assunto, ancorados em argumentos fundamentados academicamente.
7 EXEMPLO DE RESENHA CRÍTICA
Veja abaixo um exemplo completo de Resenha Crítica.
RESENHA CRÍTICA
ALVES-MAZZOTTI, Alda J.; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo, Pioneira, 1999. 203 p.
1 CREDENCIAIS DOS AUTORES
Alda Judith Alves Mazzotti é bacharel licenciada em Pedagogia, bacharel em Psicologia, Psicóloga, mestre em Educação, doutora em Psicologia da Educação, professora titular de Psicologia da Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e leciona a disciplina de Metodologia da Pesquisa em cursos de graduação e pós-graduação desde 1975. Outras obras:
ALVES-MAZZOTTI, Alda J., (1994). Do trabalho à rua: uma análise das representações sociais produzidas por meninos trabalhadores e meninos de rua. In Tecendo Saberes. Rio de Janeiro: Diadorim-UFRJ / CFCH.
_________ . (1996). Social representations of street children, resumo publicado nos Anais da Terceira Conferência Internacional sobre Representações Sociais, realizada em Aix-em- Provence.
Fernando Gewandsznajder é licenciado em Biologia, mestre em Educação, mestre em Filosofia e doutor em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Outras obras:
GEWANDSZNAJDER, Fernando. O que é o método científico. São Paulo: Pioneira,1989.
_________. A aprendizagem por mudança conceitual: uma crítica ao modelo PSHG. Doutoramento em Educação. Faculdade de Educação da UFRJ, 1995.
2 RESUMO DA OBRA
O livro é constituído de duas partes, cada uma delas sob a responsabilidade de um autor, traduzindo sua experiência e fundamentação sobre o método científico, em abordagens que se complementam.
Na primeira parte, GEWANDSZNAJDER discute, em quatro capítulos, o método nas ciências naturais, apresentando conceitos básicos como o da lei, teoria e teste controlado.
No capitulo inicial há uma visão geral do método nas ciências naturais e um alerta sobre a não concordância completa entre filósofos da ciência sobre as características do método científico. Muitos concordam que há um método para testar criticamente e selecionar as melhores hipóteses e teorias. Neste sentido diz-se que há um método cientifico, em que a observação, a coleta dos dados e as experiências são feitas conforme interesses, expectativas ou idéias preconcebidas, e não com neutralidade. São formuladas teorias que devem ser encaradas como explicações parciais, hipotéticas e provisórias da realidade.
O segundo capítulo trata dos pressupostos filosóficos do método científico, destacando as características do positivismo lógico, segundo o qual o conhecimento factual ou empírico deve ser obtido a partir da observação, pelo método indutivo, bem como as críticas aos positivistas, cujo objetivo central era justifi...
Não esqueça, para uma boa resenha é necessário uma boa leitura previa do assunto. ok!!!
sábado, 10 de outubro de 2009
Projeto de Leitura _ poesias
Muito parecido com o Livro O grao de Mostarda, publicado em 2008, publicamos em 2009 outro porque o projeto deu certo. No mes de outubro 2009 será lançado o livro com o titulo É ASSIM QUE COMEÇA...,Uma coletanea de poesias criadas por alunos do 1º ano medio da zona rural- Lagoa Seca- Esperantina -Piaui.É importante projetos assim porque ajuda o aluno a se encontrar no mundo da leitura, alem de ele produzir sau propria poesia ele vai ficar curioso pra ler a do seu colega, e assim no final ele tem lido um livro de 50 paginas por exemplo.Percebo que hoje não se ensina a ler ou produzir como antigamente, levando esse fato em consideração, o professor precisa encontrar formmas de ensinar bem os alunos para que forme bons profissionis no futuro. Vejo que se a escola não mudar a forma de ensinar hoje, amanhã não sei no que vai dar. Alunos não querem mais assistir a aula só ouvindo e escrevendo exercicio, eles querem algo novo, e isso quem vai inventar, coitado, é o professor, eu por exemplo, só trabalho com projetos e vem dando "certo" ou quase certo, afinal não recebo trinamento espscifico pra isse tipo de trablho, faço por que gosto. cada ano tento desenvolver pelo menos dois projetos de leitura na sala e um deles que os alunos estão gostando é esse de ler e publicar poesias e produzir um livro só deles. Nao é facil mas eu faço.
Etiquetas:
FAÇA UMA AULA DIFERENTE,
TENTE INVENTE
sexta-feira, 24 de julho de 2009
LEITOR PROFICIENTE
O PÚBLICO JUVENIL PRECISA TORNAR-SE UM LEITOR PROFICIENTE
Um trabalho diversificado e criativo com a leitura tem sido cada vez mais necessário na escola atual, tendo em vista as crescentes transformações e exigências da nossa sociedade e do mercado de trabalho, quanto à capacidade de ler e interpretar textos.
Qual é o papel da escola na formação de um cidadão crítico, participativo, de um cidadão-leitor? A escola e as aulas de Língua Portuguesa têm se preocupado com a formação de leitores?
Atualmente, percebe-se que os alunos ao chegarem ao ensino médio apresentam imensas dificuldades de leitura / interpretação de textos e que as aulas de Língua Portuguesa até então, não estão privilegiando a leitura e sim a gramática normativa. E essa abordagem tradicional da linguagem é uma das causas para as dificuldades dos alunos na área da leitura.
Segundo Antunes (2003), o trabalho com a leitura ainda está centrado em habilidades mecânicas de decodificação da escrita, muitas vezes sem reflexão, sem diálogo com o texto. Quando a leitura é utilizada, serve de pretexto para atividades metalingüísticas ou finalidades meramente avaliativas.
Para Kleiman (2004) existem duas concepções de texto e de leitura que se perpetuam ainda hoje nas escolas. Ou o texto é visto como repositório de mensagens e informações ou é visto como um conjunto de elementos gramaticais.
A leitura deve ser trabalhada de acordo com o gênero textual a ser utilizado; tendo objetivos diferentes para cada tipo de texto. São diversas as maneiras de ler como diversos são os textos e os objetivos de leitura. Para Geraldi (2004: 91), “leitura é um processo de interlocução entre leitor / autor mediado pelo texto. (...) O leitor não é passivo, mas agente que busca significações”.
Quanto ao texto literário, este tem uma linguagem específica, a conotativa, que em entrevista com os jovens de uma escola pública estadual foi constatada a dificuldade de interpretar essa linguagem. Tal fato reflete a falta de conhecimento da natureza do texto literário e evidencia a abordagem tradicional e autoritária que tem sido dada à Literatura e à leitura, pois os próprios jovens afirmaram que gostam de ler e reconhecem a importância da leitura.
Segundo Zilberman & Silva (1990), a Literatura perdeu o caráter educativo que possuía na Antigüidade e vive uma crise no seu ensino, no que diz respeito a finalidades e objetivos.
R MAIS
Um trabalho diversificado e criativo com a leitura tem sido cada vez mais necessário na escola atual, tendo em vista as crescentes transformações e exigências da nossa sociedade e do mercado de trabalho, quanto à capacidade de ler e interpretar textos.
Qual é o papel da escola na formação de um cidadão crítico, participativo, de um cidadão-leitor? A escola e as aulas de Língua Portuguesa têm se preocupado com a formação de leitores?
Atualmente, percebe-se que os alunos ao chegarem ao ensino médio apresentam imensas dificuldades de leitura / interpretação de textos e que as aulas de Língua Portuguesa até então, não estão privilegiando a leitura e sim a gramática normativa. E essa abordagem tradicional da linguagem é uma das causas para as dificuldades dos alunos na área da leitura.
Segundo Antunes (2003), o trabalho com a leitura ainda está centrado em habilidades mecânicas de decodificação da escrita, muitas vezes sem reflexão, sem diálogo com o texto. Quando a leitura é utilizada, serve de pretexto para atividades metalingüísticas ou finalidades meramente avaliativas.
Para Kleiman (2004) existem duas concepções de texto e de leitura que se perpetuam ainda hoje nas escolas. Ou o texto é visto como repositório de mensagens e informações ou é visto como um conjunto de elementos gramaticais.
A leitura deve ser trabalhada de acordo com o gênero textual a ser utilizado; tendo objetivos diferentes para cada tipo de texto. São diversas as maneiras de ler como diversos são os textos e os objetivos de leitura. Para Geraldi (2004: 91), “leitura é um processo de interlocução entre leitor / autor mediado pelo texto. (...) O leitor não é passivo, mas agente que busca significações”.
Quanto ao texto literário, este tem uma linguagem específica, a conotativa, que em entrevista com os jovens de uma escola pública estadual foi constatada a dificuldade de interpretar essa linguagem. Tal fato reflete a falta de conhecimento da natureza do texto literário e evidencia a abordagem tradicional e autoritária que tem sido dada à Literatura e à leitura, pois os próprios jovens afirmaram que gostam de ler e reconhecem a importância da leitura.
Segundo Zilberman & Silva (1990), a Literatura perdeu o caráter educativo que possuía na Antigüidade e vive uma crise no seu ensino, no que diz respeito a finalidades e objetivos.
R MAIS
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
DICAS DE REGRAS DE ETIQUETA PARA ENTREVISTA DE TRABALHO
No momento da entrevista você venderá suas habilidades e qualidades, portanto seja bastante atencioso com seu "cliente" - o profissional com quem você está interagindo.
Além disso, é importante ficar atento para alguns pontos importantes. Abaixo estão algumas dicas que contribuirão para seu sucesso na entrevista:
• Atenção ao hálito. Um mau hálito fará com que o entrevistador tenha uma péssima imagem sobre você e dará pouca atenção ao que você fala.
• Não mexa na mesa do entrevistador e nem fique lendo os papéis sobre ela, mesmo que você fique sozinho na sala por alguns instantes.
• Num convite de almoço comercial, pense sobre quem deverá pagar a conta. Talvez oferecer-se para pagá-la seja de bom tom.
Tenha cuidado com a maneira de se portar à mesa. Ao almoçar com um contratante em potencial, lembre-se de que seu objetivo profissional está em primeiro lugar. Não volte toda sua atenção à escolha do prato, pois, neste momento, alimentar-se fica em segundo plano.
• Seu aperto de mão não poderá ser nem fraco nem forte demais. Se estiver em dúvida, treine em casa com familiares.
• Atenção à postura física e à linguagem corporal. Elas denunciam silenciosamente seu nervosismo ou insegurança.
• Tenha bom senso na escolha de seu vestuário. Não use roupas que desviem a atenção do entrevistador: o produto a ser vendido é você e suas qualidades, não suas roupas. Quanto às mulheres, cuidado com exageros na maquiagem e no perfume.
• Atenção ao tom de voz que você utiliza. Embora seja normal certo nervosismo, procure se acalmar e relaxe os músculos enquanto conversa. Fale sem pressa e pausadamente. Você sabe muito mais sobre sua vida do que o entrevistador.
• Não exagere em seus gestos e em seu modo de falar. A naturalidade e simplicidade são adjetivos atraentes e farão com que você deixe uma boa impressão.
• Se estiver de celular, desligue-o! Será muito desagradável caso tenha que interromper a entrevista para atendê-lo.
Ao ligar e deixar recado, não insista em receber um retorno. Aguarde e retorne a ligação no dia seguinte. Seja amigável com a telefonista, pois assim ela poderá facilitar as coisas para você.
Além disso, é importante ficar atento para alguns pontos importantes. Abaixo estão algumas dicas que contribuirão para seu sucesso na entrevista:
• Atenção ao hálito. Um mau hálito fará com que o entrevistador tenha uma péssima imagem sobre você e dará pouca atenção ao que você fala.
• Não mexa na mesa do entrevistador e nem fique lendo os papéis sobre ela, mesmo que você fique sozinho na sala por alguns instantes.
• Num convite de almoço comercial, pense sobre quem deverá pagar a conta. Talvez oferecer-se para pagá-la seja de bom tom.
Tenha cuidado com a maneira de se portar à mesa. Ao almoçar com um contratante em potencial, lembre-se de que seu objetivo profissional está em primeiro lugar. Não volte toda sua atenção à escolha do prato, pois, neste momento, alimentar-se fica em segundo plano.
• Seu aperto de mão não poderá ser nem fraco nem forte demais. Se estiver em dúvida, treine em casa com familiares.
• Atenção à postura física e à linguagem corporal. Elas denunciam silenciosamente seu nervosismo ou insegurança.
• Tenha bom senso na escolha de seu vestuário. Não use roupas que desviem a atenção do entrevistador: o produto a ser vendido é você e suas qualidades, não suas roupas. Quanto às mulheres, cuidado com exageros na maquiagem e no perfume.
• Atenção ao tom de voz que você utiliza. Embora seja normal certo nervosismo, procure se acalmar e relaxe os músculos enquanto conversa. Fale sem pressa e pausadamente. Você sabe muito mais sobre sua vida do que o entrevistador.
• Não exagere em seus gestos e em seu modo de falar. A naturalidade e simplicidade são adjetivos atraentes e farão com que você deixe uma boa impressão.
• Se estiver de celular, desligue-o! Será muito desagradável caso tenha que interromper a entrevista para atendê-lo.
Ao ligar e deixar recado, não insista em receber um retorno. Aguarde e retorne a ligação no dia seguinte. Seja amigável com a telefonista, pois assim ela poderá facilitar as coisas para você.
DICAS DE REGRAS DE ETIQUETA PARA ENTREVISTA DE TRABALHO
No momento da entrevista você venderá suas habilidades e qualidades, portanto seja bastante atencioso com seu "cliente" - o profissional com quem você está interagindo.
Além disso, é importante ficar atento para alguns pontos importantes. Abaixo estão algumas dicas que contribuirão para seu sucesso na entrevista:
• Atenção ao hálito. Um mau hálito fará com que o entrevistador tenha uma péssima imagem sobre você e dará pouca atenção ao que você fala.
• Não mexa na mesa do entrevistador e nem fique lendo os papéis sobre ela, mesmo que você fique sozinho na sala por alguns instantes.
• Num convite de almoço comercial, pense sobre quem deverá pagar a conta. Talvez oferecer-se para pagá-la seja de bom tom.
Tenha cuidado com a maneira de se portar à mesa. Ao almoçar com um contratante em potencial, lembre-se de que seu objetivo profissional está em primeiro lugar. Não volte toda sua atenção à escolha do prato, pois, neste momento, alimentar-se fica em segundo plano.
• Seu aperto de mão não poderá ser nem fraco nem forte demais. Se estiver em dúvida, treine em casa com familiares.
• Atenção à postura física e à linguagem corporal. Elas denunciam silenciosamente seu nervosismo ou insegurança.
• Tenha bom senso na escolha de seu vestuário. Não use roupas que desviem a atenção do entrevistador: o produto a ser vendido é você e suas qualidades, não suas roupas. Quanto às mulheres, cuidado com exageros na maquiagem e no perfume.
• Atenção ao tom de voz que você utiliza. Embora seja normal certo nervosismo, procure se acalmar e relaxe os músculos enquanto conversa. Fale sem pressa e pausadamente. Você sabe muito mais sobre sua vida do que o entrevistador.
• Não exagere em seus gestos e em seu modo de falar. A naturalidade e simplicidade são adjetivos atraentes e farão com que você deixe uma boa impressão.
• Se estiver de celular, desligue-o! Será muito desagradável caso tenha que interromper a entrevista para atendê-lo.
Ao ligar e deixar recado, não insista em receber um retorno. Aguarde e retorne a ligação no dia seguinte. Seja amigável com a telefonista, pois assim ela poderá facilitar as coisas para você.
Além disso, é importante ficar atento para alguns pontos importantes. Abaixo estão algumas dicas que contribuirão para seu sucesso na entrevista:
• Atenção ao hálito. Um mau hálito fará com que o entrevistador tenha uma péssima imagem sobre você e dará pouca atenção ao que você fala.
• Não mexa na mesa do entrevistador e nem fique lendo os papéis sobre ela, mesmo que você fique sozinho na sala por alguns instantes.
• Num convite de almoço comercial, pense sobre quem deverá pagar a conta. Talvez oferecer-se para pagá-la seja de bom tom.
Tenha cuidado com a maneira de se portar à mesa. Ao almoçar com um contratante em potencial, lembre-se de que seu objetivo profissional está em primeiro lugar. Não volte toda sua atenção à escolha do prato, pois, neste momento, alimentar-se fica em segundo plano.
• Seu aperto de mão não poderá ser nem fraco nem forte demais. Se estiver em dúvida, treine em casa com familiares.
• Atenção à postura física e à linguagem corporal. Elas denunciam silenciosamente seu nervosismo ou insegurança.
• Tenha bom senso na escolha de seu vestuário. Não use roupas que desviem a atenção do entrevistador: o produto a ser vendido é você e suas qualidades, não suas roupas. Quanto às mulheres, cuidado com exageros na maquiagem e no perfume.
• Atenção ao tom de voz que você utiliza. Embora seja normal certo nervosismo, procure se acalmar e relaxe os músculos enquanto conversa. Fale sem pressa e pausadamente. Você sabe muito mais sobre sua vida do que o entrevistador.
• Não exagere em seus gestos e em seu modo de falar. A naturalidade e simplicidade são adjetivos atraentes e farão com que você deixe uma boa impressão.
• Se estiver de celular, desligue-o! Será muito desagradável caso tenha que interromper a entrevista para atendê-lo.
Ao ligar e deixar recado, não insista em receber um retorno. Aguarde e retorne a ligação no dia seguinte. Seja amigável com a telefonista, pois assim ela poderá facilitar as coisas para você.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
